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A Tequila e a sua origem, uma história sui géneris

 
       

Poucos sabem que a tequila não nasceu da necessidade de desfrutar de uma bebida que brindasse prazer ao paladar e que servisse para acompanhar refeições, para festejar acontecimentos importantes ou simplemente para degustar ao som de boa música mexicana; muitos foram os usos do agave azul (a planta da qual se extrai a tequila), antes de se converter na famosa bebida que é hoje.

 
     
   
 

No início, o agave azul servia como matéria prima para um sem número de aplicações. Foi no século XVI que começou a utilizar-se o mosto fermentado para o transformar em Tequila.

 

A maioria dos documentos consultados sobre a história da origem da tequila coincidem em que nos seus inícios a planta de agave azul tinha diversos usos: ”as folhas das plantas eram aproveitadas para construir telhados, fabricar agulhas, punções, alfinetes e pregos, elaborar cordas resistentes, papel e recipientes. As folhas secas eram utilizadas como combustível, e as
cinzas como sabão, lixívia ou detergente, e a seiva
era utilizada para curar ferimentos”. ₁

Pensa-se que foi apenas em meados do século XVI que os espanhóis estabelecidos na região descobriram a possibilidade de destilar o mosto fermentado do agave e de aproveitar o “mezcal de Tequila” como bebida; no entanto, a descoberta não foi do agrado dos que governavam então a Nova Espanha.

Os representantes da autoridade tinham especial interesse em promover os vinhos e licores espanhóis, e em continuar a recaudar as receitas que este mercado proporcionava. Isto foi suficiente para que durante várias décadas a comercialização da tequila se fizesse de maneira clandestina.

Foi a partir da segunda metade do século XVII que a necessidade de gerar receitas fez com que o governo aceitasse a compra e venda da tequila, cobrando os correspondentes impostos. Isto permitiu à administração contar com os recursos necessários para abastecer de água potável a cidade de Guadalajara, no estado de Jalisco e, alguns anos mais tarde, para a construção do palácio que é ainda hoje a sede do governo.

Além dos usos anteriormente mencionados, também se atribuem à tequila propriedades curativas para a alma. O mezcal de tequila ajudou os espanhóis a vencer a solidão daquelas terras setentrionais, e permitiu aos jesuitas e depois aos franciscanos conseguir que os índios por eles colonizados com o fim de os catequizar se sentissem mais contentes de vez em quando, e suportassem assim com maior resignação e paciência a sua submissão a um regime de vida tão diferente daquele a que estavam acostumados”. ₂

Com o Movimento de Independência em 1821, a importação dos licores trazidos de Espanha era cada vez mais difícil, pelo que a tequila adquiriu maior importânica não só na região de Guadalajara, mas também com o início da sua comercialização na Cidade do México e nos estados do centro da República Mexicana. Nas seguintes décadas, a tequila sobreviveu a uma série de vicissitudes, que os seus produtores souberam aproveitar para a situar entre as bebidas preferidas das gargantas dos espanhóis assentados no país, e também dos mexicanos, que inicialmente se tinham deixado seduzir pelos “encantos” dos licores importados da Europa.

A tequila goza actualmente de grande prestígio, sendo a bebida que por tradição e direito distingue o México e as suas gentes, segundo o estudo de Usos e Hábitos realizado pela área de Vinhos e Licores de Vitro,  52% dos consumidores de bebidas alcoólicas do México adoptaram a Tequila como a sua bebida favorita. 

Segundo os dados registados por Euromonitor Internacional 2011, em 2010 foram vendidos perto de 223 milhões de litros de Tequila em todo o mundo, 41% dos quais no México, 47% nos EUA, e 12% no resto do mundo. Por outro lado, o CRT refere que existem actualmente 1182 Marcas de Tequila registadas de produção nacional e 216 marcas engarrafadas no estrangeiro.

₁,₂   http://www.crt.org.mx/

 

 

 

 

 

 
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