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Outubro 2008 | Vol. 2 | No. 13 |
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O Museo del Vidrio recorda um grande nome do cinema mexicano
No marco do 4° Festival Internacional de Cine de Monterrey 2008, o Museo del Vidrio (MUVi) brindou uma homenagem em honra do cineasta Rogelio A. González Jr. pela sua extraordinária trajectória fílmica e pela sua valiosa contribuição para a sétima arte como cronista visual do povo do México. As actividades começaram a 18 de Agosto com a realização de uma emotiva cerimónia na Galeria do MUVi onde foram projectados alguns dos seus trabalhos mais representativos dentro do cinema mexicano, durante a qual o Festival Internacional de Cine de Monterrey entregou o prémio “Cabrito de Plata” a Rojo González Grau, filho do falecido director. "Esta noite sentimo-nos honrados em colaborar com o Festival Internacional de Cine de Monterrey, já que além da instalação e da projecção das películas de Rogelio A. González Jr., o Museo del Vidrio entregará o prémio com o seu nome à melhor longa-metragem de Nuevo León e que se institucionaliza a partir de hoje”, assinalou Liliana Melo de Sada, Presidente do Conselho do Museo del Vidrio e anfitriã do evento. Acrescentou ainda que o prémio foi desenhado e realizado especialmente pelas oficinas de colecção “Vitro Cristal”. O prémio “Rogelio A. González Jr.” foi entregue a Francisco Javier Garza Yañez, director da fita “Flores para el Soldado”, a qual foi eleita como a Melhor Longa-Metragem de Nuevo León durante o encerramento do Festival Internacional de Cine de Monterrey realizado no Teatro do Centro das Artes no passado 23 de Agosto. "Baptizamos o prémio com o seu nome porque é uma pessoa que respeitamos e admiramos muito pelo seu trabalho ", comentou Melo de Sada. Durante um mês foram projectados na Galeria do MUVi algumas das películas mais famosas de Rogelio A. González Jr., destacando “El esqueleto de la Señora Morales”(1959), fita de humor negro considerada pela crítica como uma das melhores dez películas mexicanas de todos os tempos. Director, produtor, escritor, actor e locutor, Rogelio Antonio González Villarreal nasceu em 1920 e é recordado pela sua importante contribuição à sétima arte, formando parte do selecto grupo de realizadores que formam a época doirada do cinema mexicano. A 22 de Maio de 1984, o cinema mexicano perdeu uma das suas grandes figuras devido a um acidente automobilístico, deixando um destacado legado na forma em que percebeu e transmitiu a essência do popular, através da caracterização das suas personagens.
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